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Após mensagens anônimas, família de bebê roubado de adolescente consegue medidas protetivas

Após mensagens anônimas, família de bebê roubado de adolescente consegue medidas protetivas

A mulher contou à Justiça que recebeu mensagens e ligações anônimas perguntando sobre a recém-nascida

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A mãe de Emelly Azevedo e Sena, Ana Paula de Azevedo, conseguiu junto ao Judiciário medidas protetivas contra os investigados pela morte de sua filha e o roubo da bebê dela. A mulher contou à Justiça que recebeu mensagens e ligações anônimas perguntando sobre a recém-nascida, o que trouxe medo aos familiares.

A bebê nasceu de parto forçado em 12 de março, quando Emelly foi atraída por Nataly Helen Martins Pereira para uma casa no Jardim Fortaleza, em Cuiabá, onde foi amarrada, enforcada e morta, tendo a recém-nascida retirada em uma cesária forçada.

Nataly tentou registrar a menina como sua e foi até o Hospital Santa Helena alegando ter tido um parto em casa. Exames preliminares mostraram que a mulher não esteve grávida e depois que as autoridades foram chamadas por causa da possibilidade do sequestro da criança, foi descoberta a morte de Emelly.

A bebê teve alta do hospital três dias depois e permanece sob os cuidados da avó materna, que temeu por sua segurança e a da bebê. Em seu relato a avó contou que recebeu mensagens e ligações onde a outra pessoa perguntava sobre o estado do bebê sem se identificar.

Com esses elementos, a juíza Edna Coutinho, do Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo), concedeu as medidas cautelares, tendo em vista que "mostra-se evidente a possibilidade de que tais fatos, ou mesmo outros mais graves, possam ser praticados".

A preocupação da família não é sobre Nataly, já que ela continua presa, mas sobre o restante da família, que também é investigado por suspeita na participação no assassinato. Além de Nataly, são investigados o marido, o irmão e o cuinhado dela. Eles chegaram a ser presos, mas foram soltos por falta de provas.

Segundo a decisão, os quatro estão proibidos de se aproximar da família ou da bebê para preservar a integridade física e psicológica deles. Os investigados também não podem enviar mensagens ou fazer ligações para os familiares da recém-nascida.

 

 

POR J1
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