Sete crianças estão sob guarda do Conselho Tutelar há 13 dias após serem encontradas abandonadas em MT
Irmãos foram localizados sozinhos em residência com condições precárias; caso é acompanhado pelo Conselho Tutelar.
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Sete crianças com idades entre 10 meses e 11 anos permanecem sob proteção do Conselho Tutelar de Sapezal, a 473 quilômetros de Cuiabá, após serem encontradas em situação de abandono dentro de uma residência no município. O caso foi registrado no último dia 4 de junho e segue sendo acompanhado pelos órgãos de proteção à infância.
Entre os menores acolhidos estão três meninos, de 10 meses, 5 e 11 anos, e quatro meninas, de 2, 4, 7 e 9 anos. As crianças estão afastadas do convívio familiar há 13 dias enquanto as autoridades avaliam as medidas de proteção cabíveis.
A situação foi descoberta após uma denúncia encaminhada ao Conselho Tutelar, que acionou a Polícia Militar para averiguar as condições em que os menores se encontravam. Ao chegarem ao local, as equipes encontraram seis das crianças sozinhas dentro da residência.
Segundo informações registradas na ocorrência, o imóvel apresentava condições consideradas insalubres. Havia forte odor de urina, presença de baratas, alimentos deteriorados e ausência de comida adequada para as crianças. Os policiais também constataram que a geladeira estava praticamente vazia.
Durante o atendimento, os próprios menores relataram que estavam sem a supervisão de um adulto desde o início da tarde. A denúncia chegou às autoridades por volta das 22h20, indicando que as crianças teriam permanecido sozinhas por várias horas.
Enquanto o Conselho Tutelar realizava os procedimentos de acolhimento, os responsáveis pelas crianças retornaram à residência. Conforme a Polícia Militar, ambos apresentavam sinais visíveis de embriaguez, situação posteriormente confirmada por testes de alcoolemia.
Diante dos fatos, os dois foram conduzidos à delegacia e autuados em flagrante pelo crime de abandono de incapaz. Posteriormente, foram colocados em liberdade após passarem por audiência de custódia.
De acordo com informações repassadas às autoridades, o casal estaria realizando tratamento contra o alcoolismo, situação que também deverá ser considerada durante o acompanhamento do caso pelos órgãos competentes.
As equipes descobriram a existência de uma sétima criança pertencente ao mesmo núcleo familiar. Ela foi localizada posteriormente em outra residência e também passou a integrar as medidas protetivas adotadas pelo Conselho Tutelar.
O caso segue sendo acompanhado pela rede de proteção à infância, que avalia a situação familiar, as condições para eventual reintegração das crianças e as medidas necessárias para garantir a segurança, a saúde e o bem-estar dos menores.
As autoridades não divulgaram detalhes sobre o local onde as crianças estão acolhidas atualmente, em razão das normas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Entre os menores acolhidos estão três meninos, de 10 meses, 5 e 11 anos, e quatro meninas, de 2, 4, 7 e 9 anos. As crianças estão afastadas do convívio familiar há 13 dias enquanto as autoridades avaliam as medidas de proteção cabíveis.
A situação foi descoberta após uma denúncia encaminhada ao Conselho Tutelar, que acionou a Polícia Militar para averiguar as condições em que os menores se encontravam. Ao chegarem ao local, as equipes encontraram seis das crianças sozinhas dentro da residência.
Segundo informações registradas na ocorrência, o imóvel apresentava condições consideradas insalubres. Havia forte odor de urina, presença de baratas, alimentos deteriorados e ausência de comida adequada para as crianças. Os policiais também constataram que a geladeira estava praticamente vazia.
Durante o atendimento, os próprios menores relataram que estavam sem a supervisão de um adulto desde o início da tarde. A denúncia chegou às autoridades por volta das 22h20, indicando que as crianças teriam permanecido sozinhas por várias horas.
Enquanto o Conselho Tutelar realizava os procedimentos de acolhimento, os responsáveis pelas crianças retornaram à residência. Conforme a Polícia Militar, ambos apresentavam sinais visíveis de embriaguez, situação posteriormente confirmada por testes de alcoolemia.
Diante dos fatos, os dois foram conduzidos à delegacia e autuados em flagrante pelo crime de abandono de incapaz. Posteriormente, foram colocados em liberdade após passarem por audiência de custódia.
De acordo com informações repassadas às autoridades, o casal estaria realizando tratamento contra o alcoolismo, situação que também deverá ser considerada durante o acompanhamento do caso pelos órgãos competentes.
As equipes descobriram a existência de uma sétima criança pertencente ao mesmo núcleo familiar. Ela foi localizada posteriormente em outra residência e também passou a integrar as medidas protetivas adotadas pelo Conselho Tutelar.
O caso segue sendo acompanhado pela rede de proteção à infância, que avalia a situação familiar, as condições para eventual reintegração das crianças e as medidas necessárias para garantir a segurança, a saúde e o bem-estar dos menores.
As autoridades não divulgaram detalhes sobre o local onde as crianças estão acolhidas atualmente, em razão das normas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Da Redação
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