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Assassinos de assessor de deputado são condenados a 17 anos de prisão

Assassinos de assessor de deputado são condenados a 17 anos de prisão

Wanderley Leandro Nascimento Costa foi morto asfixiado pela dupla após uma emboscada em fevereiro de 2023

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Murilo Henrique Araújo de Souza e Richard Estaques Aguiar Conceição, réus pelo homicídio e ocultação de cadáver do assessor parlamentar Wanderley Leandro Nascimento Costa, foram condenados a 17 anos de prisão pelo Tribunal do Júri. A sentença foi proferida nessa terça-feira (1). Ambos deverão cumprir a pena em regime fechado e não podem recorrer da sentença em liberdade. 

Conforme a denúncia do Ministério Público, Wanderley foi morto asfixiado pela dupla após uma emboscada em fevereiro de 2023. Os criminosos esconderam seu corpo em um lixão no bairro Pedra 90, em Cuiabá. Além disso, a dupla furtou o carro da vítima, assim como uma televisão, telefone celular e um cartão de crédito. 

A sessão foi presidida pela juíza Monica Perri. Na sentença, a magistrada argumentou que a dupla premeditou o crime e que Murilo se valeu da confiança da vítima. 

“A culpabilidade do acusado é acentuada, pois juntamente com terceira pessoa planejou a morte da vítima, agindo de forma premeditada, o que demonstra ausência de impulsividade e maior frieza emocional, já que teve tempo para refletir sobre o crime que seria praticado. A vítima acolheu o acusado [Murilo] em sua própria casa, mas mesmo assim, valendo-se da confiança nele depositada pela vítima, juntamente com terceira pessoa a colocou numa situação de vulnerabilidade, arquitetou e executou a sua morte, o que torna a sua conduta ainda mais grave”, pontuou. 

Wanderley Leandro Nascimento Costa

Wanderley Leandro foi assassinado em 2023
Já no caso de Richard, a juíza destacou que ele mantinha um relacionamento com a vítima há muito tempo, fato que auxiliou na premeditação do homicídio. 

“Ademais, o acusado tinha um relacionamento homoafetivo com a vítima, há vários anos, razão pela qual frequentava assiduamente a casa de Wanderley, bem como o local dos fatos, onde ambos realizavam encontros amorosos, mas mesmo assim, valendo-se da confiança nele depositada pela vítima, juntamente com terceira pessoa a colocou numa situação de vulnerabilidade, arquitetou e executou a sua morte, o que torna a sua conduta ainda mais grave”, argumentou. 

 

 

Geovanna Torquato

 

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