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TCE dá aval para Governo contratar novas empresas e quer conclusão até janeiro de 2026

TCE dá aval para Governo contratar novas empresas e quer conclusão até janeiro de 2026

Governo deve lançar ainda nesta semana edital para contemplar três trechos da obra

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Durante a entrega das contas de 2024 do Governo do Estado ao Tribunal de Contas, o governador Mauro Mendes (União) recebeu a autorização para publicar os editais para contratação das empresas que irão concluir a obra do BRT (Bus Rapis Transit) em Cuiabá e Várzea Grande. Ao contrário do contrato que havia sido firmado com o Consórcio BRT e que já foi rescindido, as empresas agora serão definidas por lotes.

Mesmo com contrato rescindido, a obra está em andamento no trecho da Avenida do CPA, entre o Crea (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura) e o Comando Geral da Polícia Militar. O consórcio tem prazo de 150 dias para executar os serviços nesse trecho, sob pena de receber uma multa de mais de R$ 50 milhões.

De acordo com o governador, a expectativa é de que ainda nesta semana seja publicado o primeiro lote de contratação, que prevê a execução de três trechos da obra. "Se houver alguma necessidade de ajustes, podemos fazer a posteriore. Como hoje nós teremos que correr contra o tempo e baseado nessa confiança que existe entre o trabalho que o Governo faz e o Tribunal faz, nós iremos nessa semana iniciar as publicações", afirmou.

Mauro ainda rebateu o deputado estadual Carlos Avalone Junior (PSDB), que prevê que a obra não será concluída na atual gestão. "Talvez, ele não tem elementos que nós temos e vamos trabalhar para que esteja dessa forma, concluído dentro da nossa gestão", frisou.

Mais efusivo em sua fala sobre a retomada da obra, o presidente do TCE, conselheiro Sérgio Ricardo, acredita que a autorização poderá dar celeridade na conclusão dos trabalhos. A orientação do TCE é de que o BRT seja totalmente entregue entre janeiro e fevereiro do próximo ano.

"Eu vou percorrer permanentemente esta obra. O TCE vai acompanhar. Essa obra tem que acabar em, no máximo, janeiro de 2025. Estou colocando aqui que coloque de manhã, tarde, noite e de madrugada, que trabalhe sábado e domingo. Que coloque empresas que realmente tenham estrutura, que busque empresas grandes, gigantes, que cheguem aqui e terminem", assinalou.

Para o presidente da Corte de Contas, o Governo do Estado já provou que possui capacidade financeira e orçamento para pagar pela obra, restando tratá-la como prioridade. Ele destacou que o modal de transporte tem "tirado a paciência" da população.

"Eu passo todo dia aqui e ninguém aguenta mais, é uma veia que corta a capital e Várzea Grande de ponta a ponta. Agora é a hora de fazer e tenho certeza que o prazo que estamos sugerindo e a sugestão é meio que uma orientação para que o senhor termine, não passe de janeiro de 2026", complementou.

Em relação ao "triturno" para as obras, o conselheiro ressaltou que as empresas podem contratar trabalhadores de outros Estado. Ele citou como exemplo as obras da ferrovia no Estado, em que 7 mil trabalhadores, de diversas regiões, estão trabalhando.

"Essa questão (contratação de funcionários) é da empresa que vai ser contratada. Tem que ter gente. Tem mão de obra sim, o que não dá pra ter é desculpa para continuar sem fazer essa obra", finalizou.

 

 

LETICIA AVALOS
DA REDAÇÃO
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