Mauro critica debates 'rasos' e quer propor Constituinte para prever prisão perpétua
03/07/2026
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O ex-governador Mauro Mendes (União) criticou o nível dos debates políticos na pré-campanha deste ano e afirmou que a polarização entre direita e esquerda tem "empobrecido" as discussões sobre os principais problemas do país. Pré-candidato ao Senado, Mendes defendeu que os candidatos apresentem propostas concretas e debatam temas estruturantes, como a reforma do sistema penal brasileiro.
Em entrevista à Rádio CBN Cuiabá, o ex-governador afirmou que se considera um "político de resultados" e disse que o eleitor deve avaliar a capacidade de gestão dos candidatos, independentemente do posicionamento ideológico.
"Existe gente na direita muito boa e muito ruim, assim como existe na esquerda. A virtude do ser humano não está apenas em ser de direita ou de esquerda. Está em dar resultado", afirmou.
Mendes disse que, caso seja eleito senador, pretende concentrar sua atuação na modernização da legislação penal brasileira. Segundo ele, o Código Penal está defasado por ter sido elaborado em 1940 e não contempla a realidade da criminalidade atual.
"É um absurdo. Esse Código Penal, quando foi feito, crimes que tem aos montes hoje não existiam", declarou.
Entre as propostas defendidas pelo ex-governador está a convocação de uma nova Assembleia Constituinte para promover mudanças na Constituição. Sua principal proposta é o endurecimento das penas para crimes graves, chegando à prisão perpétua.
"Precisamos convocar uma nova Constituinte. Eu sou a favor da prisão perpétua, só que a Constituição proíbe isso. Então vou pedir uma nova Constituinte", assegurou.
Mauro disse ser favorável à prisão perpétua para reincidentes em crimes como homicídio e estupro e argumentou que o Congresso precisa discutir mudanças profundas na legislação penal. "Como governador, sempre critiquei a lei. Veja só, esses dias o cidadão matou a mulher, espancou um amigo e três dias depois estava solto, porque a lei assim permitia".
Ao falar sobre uma eventual atuação no Senado, o ex-governador comparou a eleição a um processo de contratação pelo eleitorado.
"Se eu for 'contratado' para ser senador, digo contratado porque passarei pelo concurso do voto para prestar serviço para a população. E, se for contratado, pode ter certeza de que vou dar resultado. Se tiver essa oportunidade de ser senador por Mato Grosso, é trabalhar, trabalhar muito, para que leis frouxas não continuem existindo", afirmou.
DA REDAÇÃO
Em entrevista à Rádio CBN Cuiabá, o ex-governador afirmou que se considera um "político de resultados" e disse que o eleitor deve avaliar a capacidade de gestão dos candidatos, independentemente do posicionamento ideológico.
"Existe gente na direita muito boa e muito ruim, assim como existe na esquerda. A virtude do ser humano não está apenas em ser de direita ou de esquerda. Está em dar resultado", afirmou.
Mendes disse que, caso seja eleito senador, pretende concentrar sua atuação na modernização da legislação penal brasileira. Segundo ele, o Código Penal está defasado por ter sido elaborado em 1940 e não contempla a realidade da criminalidade atual.
"É um absurdo. Esse Código Penal, quando foi feito, crimes que tem aos montes hoje não existiam", declarou.
Entre as propostas defendidas pelo ex-governador está a convocação de uma nova Assembleia Constituinte para promover mudanças na Constituição. Sua principal proposta é o endurecimento das penas para crimes graves, chegando à prisão perpétua.
"Precisamos convocar uma nova Constituinte. Eu sou a favor da prisão perpétua, só que a Constituição proíbe isso. Então vou pedir uma nova Constituinte", assegurou.
Mauro disse ser favorável à prisão perpétua para reincidentes em crimes como homicídio e estupro e argumentou que o Congresso precisa discutir mudanças profundas na legislação penal. "Como governador, sempre critiquei a lei. Veja só, esses dias o cidadão matou a mulher, espancou um amigo e três dias depois estava solto, porque a lei assim permitia".
Ao falar sobre uma eventual atuação no Senado, o ex-governador comparou a eleição a um processo de contratação pelo eleitorado.
"Se eu for 'contratado' para ser senador, digo contratado porque passarei pelo concurso do voto para prestar serviço para a população. E, se for contratado, pode ter certeza de que vou dar resultado. Se tiver essa oportunidade de ser senador por Mato Grosso, é trabalhar, trabalhar muito, para que leis frouxas não continuem existindo", afirmou.
GILSON NASSER
DA REDAÇÃO
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