Bebê tem corpo queimado durante banho em berçário
13/04/2026
Compartilhe este conteúdo:
Um bebê de 7 meses teve 29% do corpo queimado durante um banho em um berçário de uma escola particular em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. As lesões atingiram a região genital, os membros inferiores e os pés, e foram classificadas como queimaduras de segundo grau, segundo relatório médico obtido pela TV Anhanguera.
O caso aconteceu no primeiro dia em que a mãe havia retornado ao trabalho após a licença-maternidade. À TV Anhanguera, ela contou que recebeu uma ligação da escola informando sobre um incidente e foi até o local, sem saber exatamente o que havia acontecido.
Ao chegar à unidade, a mãe encontrou o filho desmaiado no colo de uma funcionária. Diante da situação, ela não aguardou explicações detalhadas e levou a criança imediatamente para um hospital particular, que fica a poucos minutos da escola.
No atendimento, o bebê precisou de cuidados emergenciais. Segundo a família, ele apresentava lesões visíveis pelo corpo, com vermelhidão intensa e bolhas, principalmente nos pés. A situação exigiu rapidez na intervenção médica para evitar agravamento do quadro.
A mãe relatou ainda que ficou abalada com o episódio, principalmente por se tratar do primeiro dia em que precisou deixar o filho sob os cuidados da instituição após o fim da licença-maternidade. Segundo ela, a escolha do berçário havia sido feita com base na busca por um ambiente seguro.
De acordo com o relatório médico, o bebê sofreu queimaduras em 29% do corpo, com lesões classificadas como de segundo grau. As áreas mais atingidas foram a região genital e os membros inferiores.
O documento também aponta que, devido à intensidade da dor, a equipe médica optou pelo uso de morfina, medicamento indicado para casos de dor intensa. Além disso, a criança precisou de hidratação com soro para estabilização do quadro clínico.
Após receber atendimento, o bebê teve melhora progressiva e recebeu alta hospitalar. Ele segue em recuperação em casa, com acompanhamento de especialistas, incluindo dermatologista e pediatra.
O que diz a escola
Em nota enviada à TV Anhanguera, o Colégio Educar informou que a funcionária responsável pelo incidente foi desligada por descumprimento de protocolos internos. A escola afirmou ainda que está prestando assistência integral à saúde da criança e oferecendo suporte financeiro para as despesas médicas. Segundo a nota, o bebê já está em casa e a equipe passa por novos treinamentos de segurança.
O caso aconteceu no primeiro dia em que a mãe havia retornado ao trabalho após a licença-maternidade. À TV Anhanguera, ela contou que recebeu uma ligação da escola informando sobre um incidente e foi até o local, sem saber exatamente o que havia acontecido.
Ao chegar à unidade, a mãe encontrou o filho desmaiado no colo de uma funcionária. Diante da situação, ela não aguardou explicações detalhadas e levou a criança imediatamente para um hospital particular, que fica a poucos minutos da escola.
No atendimento, o bebê precisou de cuidados emergenciais. Segundo a família, ele apresentava lesões visíveis pelo corpo, com vermelhidão intensa e bolhas, principalmente nos pés. A situação exigiu rapidez na intervenção médica para evitar agravamento do quadro.
A mãe relatou ainda que ficou abalada com o episódio, principalmente por se tratar do primeiro dia em que precisou deixar o filho sob os cuidados da instituição após o fim da licença-maternidade. Segundo ela, a escolha do berçário havia sido feita com base na busca por um ambiente seguro.
De acordo com o relatório médico, o bebê sofreu queimaduras em 29% do corpo, com lesões classificadas como de segundo grau. As áreas mais atingidas foram a região genital e os membros inferiores.
O documento também aponta que, devido à intensidade da dor, a equipe médica optou pelo uso de morfina, medicamento indicado para casos de dor intensa. Além disso, a criança precisou de hidratação com soro para estabilização do quadro clínico.
Após receber atendimento, o bebê teve melhora progressiva e recebeu alta hospitalar. Ele segue em recuperação em casa, com acompanhamento de especialistas, incluindo dermatologista e pediatra.
O que diz a escola
Em nota enviada à TV Anhanguera, o Colégio Educar informou que a funcionária responsável pelo incidente foi desligada por descumprimento de protocolos internos. A escola afirmou ainda que está prestando assistência integral à saúde da criança e oferecendo suporte financeiro para as despesas médicas. Segundo a nota, o bebê já está em casa e a equipe passa por novos treinamentos de segurança.
Por G1 GO / Tv Anhanguera
Compartilhe este conteúdo:
Seja o primeiro a comentar!
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Envie seu comentário preenchendo os campos abaixo
|
Nome
|
E-mail
|
|
Localização
|
|
|
Comentário
|
|














































