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Hospital Regional de Água Boa ativa 10 leitos de UTI para o tratamento de pacientes com Covid-19

Hospital Regional de Água Boa ativa 10 leitos de UTI para o tratamento de pacientes com Covid-19


Para ampliar a capacidade de atendimento e oferecer tratamento aos pacientes que moram na região do Vale do Araguaia, o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), ativou 10 novos Leitos de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital Regional de Água Boa (MT) para o tratamento de pacientes com Covid-19.

O incremento foi possível pela parceria entre gestão estadual e o consórcio intermunicipal responsável por gerir a unidade de saúde. A equipe do consórcio executou um plano de ação para a ampliação da unidade e o Governo, além de fornecer equipamentos, também manterá o funcionamento dos leitos – estimado em R$ 2.000 por dia.

A SES enviou os seguintes equipamentos para montagem da Unidade de Terapia Intensiva (UTI): (5) ventiladores pulmonares, (2) de transporte, (10) camas convencionais, (20) camas elétricas, (2) macas de transporte e (10) mesas de cabeceiras.

Com essa ampliação, será possível atender pacientes dos 23 municípios da região: Barra do Garças, Pontal do Araguaia, Água Boa, Nova Xavantina, Canarana, Querência, Vila Rica, Araguaiana, Santa Cruz do Xingu, Luciara, Porto Alegre do Norte, Ribeirão Cascalheira, Confresa, São Félix do Araguaia, Canabrava do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Cocalinho, São José do Xingu, Novo Santo Antônio, Alto Bo Vista, Santa Terezinha, Nova Nazaré e Campinápolis. 

Segundo o secretário estadual de saúde, Gilberto Figueiredo, “esses 10 novos leitos de UTI vão reforçar a capacidade de atendimento, preencher os vazios assistenciais em leitos de Terapia Intensiva, de forma que não tenhamos mais que sofrer com a falta de UTIs no Estado”.

Em Mato Grosso, o Sistema Único de Saúde (SUS) possui 445 leitos ativos de UTI e 893 de enfermarias destinadas ao tratamento de pacientes com Covid-19. Todas as ampliações realizadas nas unidades estaduais de saúde foram feitas em estruturas definitivas, ou seja, podem ser permanentes para o tratamento de outras doenças.

 

 

Carlos Celestino | Secom-MT

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