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Polícia Civil prende mulher que aplicava golpe da carta de crédito contemplada em Barra do Garças

Polícia Civil prende mulher que aplicava golpe da carta de crédito contemplada em Barra do Garças

08/10/2019

A Polícia Judiciária Civil de Barra do Garças/MT, por intermédio da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos – DERF/BG, cumpriu na segunda-feira (07/10/2019) um mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca em desfavor de A.R.S, 36 anos.

Segundo as vítimas, a suspeita comercializava cartas de crédito supostamente já “contempladas” e pedia um valor de entrada que seria de “ágio” para liberação do dinheiro.

As vítimas, não só de Barra do Garças, mas também de cidades adjacentes, acreditando que receberiam os valores do consórcio em um prazo de 10 dias, acabavam pagando quantias em dinheiro que variavam entre R$ 3.000,00 (três mil) a R$ 15.000,0 (quinze mil reais), dependendo do valor da carta de crédito, mas depois descobriram que as cartas de crédito não estavam contempladas e que somente haviam entrado em grupos de consórcios e que a única forma de receber a carta de crédito seria mediante lance ou sorteio.

Até o momento 10 vítimas já procuraram a DERF com histórias parecidas, narrando os mesmos fatos investigados, totalizando um prejuízo de aproximadamente R$ 80.000,00 (oitenta mil reais).

O delegado Wilyney Santana Borges, responsável pelas investigações, alerta a população que a cada ano surgem novos golpes contra o consumidor ou reaparecem outros mais conhecidos. É o caso do golpe da venda de cotas contempladas de consórcio, por meio de empresas que se dizem "intermediadoras" do negócio.

O delegado salienta que existem normas que regulamentam a transferência de titularidade das cotas de consórcio e o consumidor que deixa de seguir essas normas, torna presa fácil para as quadrilhas que se aproveitam da boa fé das pessoas, roubando seus planos, sonhos e economias, muitas vezes guardadas com tanta dificuldade.

A suspeita detida pela Polícia Civil será encaminhada para audiência de custódia e os inquéritos policiais que apuram os golpes deverão ser concluídos em 10 (dez) dias.

 

Assessoria / PJC MT

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