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Ruralista: bandidos pensarão duas vezes antes de invadir fazendas

Ruralista: bandidos pensarão duas vezes antes de invadir fazendas

19/09/2019

Presidente do Sindicato Rural de Água Boa, o produtor Antonio Fernandes de Mello afirmou que criminosos irão “pensar duas vezes” antes de invadir propriedades rurais após a sanção do presidente Jair Bolsonaro (PSL) ao projeto que amplia a posse de arma em fazendas.

 

 

 

 

 

 

 

 

Segundo as regras atuais, estabelecidas pelo Estatuto do Desarmamento, o dono de uma fazenda só poderia manter uma arma dentro da sede da propriedade. A nova norma permite que ele ande armado em toda a extensão do imóvel rural.

Em conversa com o MidiaNews, Mello disse que o Estatuto do Desarmamento, em vigor desde 2003, teve como consequência o aumento da criminalidade. Ele acredita que, agora, haverá mudanças.

“Nos últimos anos, depois que foi aprovado o Estatuto do Desarmamento, a criminalidade aumentou. Se o invasor souber que não só o proprietário rural, mas qualquer proprietário, e ter a sensação de que vai chegar e ser recebido por alguém que possa ter uma arma, vai pensar duas vezes”, afirmou.

“Então dá a sensação de maior segurança para nós. O mau indivíduo vai ter a sensação de que será recebido na mesma forma que ele está atacando. Então, vai pensar duas vezes”, acrescentou.

A medida havia passado pela Câmara dos Deputados em agosto e tem teor semelhante ao do decreto de Bolsonaro que trata do registro e da posse de armas de fogo.

O decreto já previa que a posse de arma valesse para "toda a extensão da área particular do imóvel, edificada ou não", mesmo quando se tratasse de imóvel rural.

Antonio Fernandes de Mello descartou a possibilidade de conflitos armados. Para ele, a sensação de segurança vai melhorar.

“Agora, o proprietário da fazenda pode andar dentro de sua fazenda com a arma. Antes, só podia dentro da residência. Essa é uma grande diferença. Dá a sensação de maior segurança para proprietários rurais e cidadãos de bem”, resumiu.

Ele afirmou que, em sua região, as maiores ameaças vêm das quadrilhas especializadas em furtos de defensivos agrícolas e, em menor grau, de gado. Porém, desde que foi montada uma patrulha rural - em parceria entre a Prefeitura, produtores e a Polícia Militar - as ocorrências caíram, conforme o líder ruralista.

 

 

DOUGLAS TRIELLI
DA REDAÇÃO

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