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Sindicato divulga vídeo com agressão de presidente por PM

Sindicato divulga vídeo com agressão de presidente por PM


Após a divulgação de uma nota em que acusa os policiais militares de agressão aos diretores do Sindicato dos Correios de Mato Grosso (Sintect), a entidade divulgou nesta terça-feira (04) um vídeo que mostra o momento da prisão do presidente do sindicato, Edmar dos Santos Leite. O caso foi registrado na noite de domingo (02), quando 5 pessoas foram presas durante uma festa na sede do Sintect.

Segundo representante do departamento jurídico do Sintect, Alexandre Aragão, as imagens fazem parte do sistema de monitoramento da entidade e comprovam que houve “agressão e truculência no caso”. “Catorze policiais invadiram o sindicato e as imagens mostram que 5 policiais espancaram o presidente”, que ficou com vários hematomas no rosto após a prisão.

Um dos vídeos divulgados pelo Sintect mostra o presidente da entidade sendo encaminhado para fora do prédio. Ele discute com dois policiais, mas não resiste à prisão. Logo após chegam mais dois policiais que seguram Edmar e tentam derrubá-lo no chão. Outro policial chega e dá murros nas costas do sindicalista, que não reage ou tenta bater na PM.

Aragão também afirma que um representante sindical de Sinop teve o osso do rosto quebrado durante a ação policial. “No primeiro momento as informações foram distorcidas, mas não teríamos porque mentir, já que temos as imagens do circuito fechado do sindicato”.

A entidade deve encaminhar os vídeos ainda essa semana para a Corregedoria da Polícia Militar. Em nota, o sindicato afirma que “a ação absurda e violenta contra o Sintect não vai frear a nossa luta”.

Entenda o caso
No domingo à noite Edmar e outros integrantes do sindicato foram presos acusados de perturbação do sossego e desobediência. Segundo o boletim de ocorrência, vizinhos acionaram a PM por causa do alto volume do som na festa. Consta no registro que os sindicalistas tentaram agredir os policiais e ofereceram resistência à prisão, sendo necessário uso de spray de pimenta.

Outro lado
A Corregedoria da Polícia Militar informa que até o momento não recebeu denúncia referente ao caso em questão, porém, orienta as pessoas que se sentiram vítimas na ação policial a procurarem a Corregedoria (na Avenida Miguel Sutil, 690, Jardim Paulista, edifício Verona Tower, em Cuiabá), onde poderão formalizar a queixa. A partir da denúncia apresentada a Corregedoria instaurará procedimento investigatório para apurar a conduta dos policiais.

 

Thalyta Amaral

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