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Secretaria Municipal de Saúde de Luciara esclarece a respeito da massa de polvilho que após professor de aldeia indígena ingerir veio a óbito

Secretaria Municipal de Saúde de Luciara esclarece a respeito da massa de polvilho que após professor de aldeia indígena ingerir veio a óbito


25/06/2022

A Vigilância Sanitária Municipal através da Secretaria Municipal de Saúde da cidade de Luciara - MT, em nota divulgada esclarece à população luciarense que massa de polvilho, que supostamente estaria envenenada, compra em um Supermercado de Luciara – MT, e consumida por 04 (quatro) indígenas, no último dia 17 de junho, na Aldeia Fontoura, localizada na Ilha do Bananal – TO, que o produto consumido estaria associado ao óbito do professor José Gomes de Melo, conhecido como professor Tapera, no dia 22 de junho, da suposta tapioca envenenada. As outras três vítimas passam bem.

A Vigilância Sanitária do município, assim que recebeu a denuncia deslocou até o Supermercado, apurou que os lotes e data de validade do mesmo produto consumido, atestaram que estão dentro do prazo de validade (07/04/2024) e o lote 200050 em perfeitas condições de consumo. Cumprindo o seu papel fiscalizador e colaborador da população, com a responsabilidade em garantir melhor qualidade de vida a todos.

O Distrito Sanitário Especial Indígena – Araguaia (DSEI), está investigando o caso e informou a Secretaria Municipal de Saúde do município, que a massa consumida foi adulterada-envenenada dentro da aldeia, haja vista os relatos dos próprios pacientes, que afirmaram ao DSEI, que o pacote já estava aberto há alguns dias, e que os mesmos já haviam consumido o produto e não tiveram nenhum problema anteriormente. Ainda retirou o produto das prateleiras do supermercado até sair investigação por parte do Distrito Sanitário Especial Indígena – Araguaia (DSEI).

A Secretaria de Saúde afirma que está tomando todas as medidas e levantamentos necessários. Cabe esclarecer que a fiscalização é uma atividade de praxe e utilizada rotineiramente pelas Vigilâncias Sanitárias quando existe a suspeita de contaminação ou desvio de qualidade de qualquer tipo de produto de interesse à saúde.

Além disso, todos os outros produtos do Supermercado podem ser consumidos normalmente, e de acordo com a Vigilância Sanitária a massa de polvilho está em perfeitas condições de consumo. Faz saber: “as informações do DSEI Araguaia no dia 22 de junho, supram é verdadeira e autêntica”.

Veja abaixo?? a Nota de Esclarecimento da Secretaria Municipal de Saúde da cidade de Luciara - MT

 

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE LUCIARA-MT.

NOTA DE ESCLARECIMENTO.

A Vigilância Sanitária Municipal através da Secretaria Municipal de Saúde, vem a público esclarecer acerca do fato ocorrido em uma Comunidade Indígena de nosso Município, sendo relatado na denúncia que recebemos/averiguamos in loco. Assunto: No dia 17/06/2022, 04 (quatro) indígenas consumiram uma massa de polvilho, e que esse produto segundo relatos foi compro em um Supermercado de Luciara - MT. A Lei Nº 741/2020, que dispõe em seu Artigo 21º - “A Vigilância Sanitária atuará nos estabelecimentos de serviços de saúde de interesse da saúde, no sentido de fiscalizar as condições ambientais e de trabalho, a eficiência dos procedimentos, métodos e tecnologia adotados e a qualidade dos serviços prestados e produtos utilizados”. Nesse sentido, após irmos ao mercado, verificarmos lotes e data de validade do mesmo produto consumido, atestamos que estavam dentro do prazo de validade (07/04/2024) e o lote 200050 em perfeitas condições de consumo, ainda assim retiramos o produto das prateleiras até sair investigação por parte do Distrito Sanitário Especial Indígena – Araguaia (DSEI).

O DSEI Araguaia, informou essa secretaria que os pacientes estavam em estado grave e que 01 (um) deles saiu de UTI aérea gravíssimo e lamentavelmente veio a óbito.

E segundo o distrito de saúde indígena nos informou no dia 22/06/2022, a massa consumida foi adulterada-envenenada dentro da aldeia, haja vista os relatos dos próprios pacientes, que afirmaram ao DSEI, que o pacote já estava aberto há alguns dias, e que os mesmos já haviam consumido o produto e não tiveram nenhum problema anteriormente.

Reiteramos nosso papel fiscalizador e colaborador da população, com a responsabilidade em garantir melhor qualidade de vida a todos.

Colocamo-nos a disposição para eventuais esclarecimentos, e lamentamos profundamente a morte do Indígena. 

Malba Ribeiro Martins

Secretária Municipal de Saúde.

 

Vanessa Lima/O Repórter do Araguaia

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