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Tebet minimiza resistências no MDB e não teme ser "abandonada" como Doria

Tebet minimiza resistências no MDB e não teme ser "abandonada" como Doria


Senadora espera a consolidação do chamado Centro Democrático, formado por MDB, PSDB e Cidadania, para avançar nas articulações políticas

A senadora Simone Tebet (MDB-MS), pré-candidata à presidência da República, espera a consolidação do chamado Centro Democrático, formado por MDB, PSDB e Cidadania, para avançar nas articulações políticas. Mesmo assim, já cumpre agendas nos estados e visita Cuiabá nesta segunda (23). Em Mato Grosso, a presidenciável tratou de minimizar as resistências internas à sua candidatura.

Ocorre que a deputada estadual Janaina Riva (MDB), nora do senador Wellington Fagundes (PL),  já declarou que não vê viabilidade na candidatura de Simone Tebet, acredita que pode prejudicar os candidatos proporcionais em Mato Grosso e defende à reeleição do presidente da República Jair Bolsonaro (PL). Outros quadros do  partido, como o deputado federal Carlos Bezerra, embora apoiem a correligionária em público, são entusiastas de um terceiro mandato para Lula (PT).

“Respeito a deputada Janaina, tenho um carinho especial pelo senador Wellington, mas vamos construir nossa candidatura.  E como dizia nosso líder Ulysses Guimarães: um partido que não se apresenta à população está fadado ao esquecimento”, disse Tebet, no Palácio Alencastro, após visita institucional ao prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB).

senadora Simone Tebet (MDB), pr�-candidata a presidente da Rep�blica

Sobre a resistência do MDB nordestino em apoiá-la,  Tebet, sem citar nomes, lembra que esse movimento é feito por dois personagens e deixa no ar o envolvimento da dupla em escândalos de corrupção. Seriam eles, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e o cacique Eunício Oliveira (MDB-CE).

“Temos pelo menos 80% do diretório conosco. Quando falamos de Nordeste, lembramos sempre de dois personagens, mas eles não representam todos os parlamentares do MDB”,  complementa, rebatendo a tese de que a candidatura própria reduziria o tamanho do partido.

“O que fez o MDB diminuir no Nordeste e não no Sul foi o Petrolão. Temos que fazer a mea culpa e a gente faz, o MDB esteve envolvido nos escândalos do Petrolão. O que diminui o partido não é ter candidatura. Legenda é legenda e será sempre lembrada. E nos momentos mais importantes, de crise, o MDB nunca faltou ao Brasil”, enfatizou.

Sem medo do ser abandonada

Tebet também declarou que não teme ser “abandonada” como o ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB). O tucano, que renunciou no final de março para levar adiante o projeto ao Palácio do Planalto, ficou isolado e anunciou a desistência nesta segunda.

“Existe pesquisa do partido  fazendo análise não só de percentual, mas de índices de rejeição. Essa pesquisa mostrou que eu sou a candidata menos rejeitada e com maior potencial de crescimento, aliado ao fato de que a maioria do eleitorado é feminino e não quer Lula nem Bolsonaro. Então, foi feito um projeto nesse sentido. Hoje, a   união do Centro Democrático é uma necessidade para preservar a democracia. Confio no MDB e nas forças democráticas”, concluiu.

Palácio Paiaguás

Depois do encontro com o prefeito Emanuel Pinheiro, Simone Tebet cumpre agenda institucional no Palácio Paiaguás.  A reunião com o governador Mauro Mendes (União Brasil) acontece nesta tarde.

 

 

Jacques Gosch e Vitória Lopes

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