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Vila Rica, Luciara, Santa Terezinha e Confresa aguardam a homologação da Defesa Civil para situação de emergência

Vila Rica, Luciara, Santa Terezinha e Confresa aguardam a homologação da Defesa Civil para situação de emergência


Alem dos 04 municipios do Araguaia, também solicitaram o mesmo processo Nova Bandeirantes, Paranatinga e Gaúcha de Norte.

Os municípios de Confresa, Luciara, Santa Terezinha, e Vila Rica solicitaram e aguardam da Defesa Civil de Mato Grosso a homologação da situação de emergência decretada por conta das constantes e intensas chuvas registradas nas últimas semanas causando danos de infraestrutura, sociais e econômicos à população local.

Alem dos 04 municipios da região Araguaia, também solicitaram o mesmo processo as cidades de Nova Bandeirantes, Paranatinga e Gaúcha de Norte. De acordo com o superintendente de Proteção e Defesa Civil do Estado, tenente-coronel Luís Claudio Pereira da Cruz, todos os 07 municípios estão sendo monitoradas devido às fortes tempestades.

Em Gaúcha de Norte, uma equipe do órgão estadual está na cidade desde anteontem (13) fazendo um levantamento dos prejuízos provocados pelos temporais. “Já passamos por todos os demais municípios e agora estamos em Gaúcha do Norte”, informou. “Todos decretaram situação de emergência devido às chuvas que causaram alagamentos e enxurradas”, completou.

Muitos desses municípios do interior contam com estradas vicinais com pontes que foram destruídas total ou parcialmente. “Agora a Defesa Civil faz a solicitação de homologação pelo Governo do Estado para que as secretarias possam se colocar à disposição e auxiliar nos trabalhos de resposta e restabelecimento da normalidade nesses municípios”, disse.

Em Paranatinga (373 km ao Norte de Cuiabá), as altas precipitações pluviométricas ocasionaram inundações bruscas com fortes enxurradas e elevações dos níveis dos córregos e rios da região e que acarretaram danos no trecho da MT-130, que cruza o município. A ocorrência levou o prefeito Josimar Marques Barbosa, o Marquinhos do Dedé, a declarar situação de emergência com a publicação do decreto no Diário Oficial no dia 10 de janeiro deste mês.

Por lá, ocorreram ainda alagamentos na região rural nas localidades que dá acesso ao assentamento Pontal do Piranha e Gaúcha do Norte, da região do Pacu/Matrinxã Rio Corgão e da região do Rio Piçarrão, fato que ocasionou o isolamento de famílias na zona rural, bem como prejuízos no escoamento de produção agrícola das regiões, pontes e estradas destruídas.

Também é solicitado o reconhecimento da condição de emergência por parte da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), ligada ao Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), para que seja feita a captação de recursos destinados à reconstrução dos lugares atingidos ou destruídos.

Localizada a 1.312 quilômetros ao Nordeste de Cuiabá, Santa Terezinha está entre as cidades que já tiveram o reconhecimento por parte do Governo do Federal. “O valor do recurso depende da avaliação de danos que a gente faz, de acordo com a avaliação do que foi destruído pelas enchentes”, explicou Luís Claudio.

Em Santa Terezinha, o alto volume de temporais causou danos em 22 pontes, alagamentos de casas e impediu o descolamento de moradores da zona rural, que ficaram ilhados em algumas regiões por conta das inundações.

Apesar dos estragos, o superintendente informou que não há famílias residentes nessas localidades totalmente isoladas. Contudo, como há pontes danificadas ou estradas com atoleiros há casos que exigem dos moradores ou pessoas em trânsito em utilizem desvios, o que acaba por aumentar o trajeto a ser percorrido.

Mas, ele reforça que há previsão de intensas chuvas no Estado e orienta a população quanto a autoproteção. “O mais importante e a nossa preocupação é que essas chuvas não resultem em morte e para isso a autoproteção é importante por que o poder público não vai conseguir estar na residência de toda população atingida por uma intensa chuva”, frisa.

Uma das preocupações é em relação aos rios e cachoeiras neste período. “A gente tem visto diversas ocorrências de trombas d’águas em cachoeiras e a orientação é que, em caso de indicativo, de alerta de intensas chuvas e verificou que o tempo fechando, não é para frequentar esses locais. Essa é a melhor orientação. É uma autoproteção”, destacou.

 

 

FONTE: Joanice de Deus com Diário de Cuiabá

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