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“Seria um desperdício não termos Mauro por mais quatro anos”, diz Gallo ao falar sobre legado fiscal

“Seria um desperdício não termos Mauro por mais quatro anos”, diz Gallo ao falar sobre legado fiscal


03/01/2022

Descartando a possibilidade de disputar as eleições de 2022, o secretário estadual de Fazenda, Rogério Gallo, saiu em defesa da reeleição do governador Mauro Mendes (DEM). De acordo com o gestor, mais quatro anos de mandato serão suficientes para que a gestão deixe o legado de sustentação fiscal em Mato Grosso.

“Como cidadão, seria um desperdício não termos o governador Mauro por mais quatro anos, para que tenhamos aquilo que outros estados possuem, como o Ceará, que é um exemplo na área da Saúde, Educação e contas públicas saneadas e experiencia de 20 anos com o mesmo grupo. Começou com o PSDB, passou pela oposição, mas o mesmo grupo político e diretriz, tanto de política pública quanto de fiscal”, afirmou, em entrevista exclusiva ao Olhar Direto.

Gallo pontuou que nestes três anos de Gestão Mauro, o governo conseguiu realizar o reajuste fiscal, colocando as contas em dia e retomando a capacidade de investimento com recursos do próprio estado. A partir de então, a meta passou a ser fazer com que Mato Grosso mantenha esse equilíbrio nos próximos anos.

Como cidadão, seria um desperdício não termos o governador Mauro por mais quatro anos, para que tenhamos aquilo que outros estados possuem

“Gostaria muito de deixar um legado de sustentação fiscal de longo prazo, para que não tenhamos o que é chamado na economia de ‘voo de galinha’. Ou seja, melhoramos a condição, começa um ciclo de gastos e entra em déficit novamente”, disse.

“Nosso objetivo é garantir essa sustentação fiscal de longo prazo, para que não tenhamos uma experiencia de mais para frente ter um estado quebrado, nos envergonhando da condição das finanças públicas do governo”, completou.

Apesar do entusiasmo, Mauro mantém cautela e diz que só irá decidir e anunciar sua eventual reeleição ou não em março de 2022.

Planos fora da Sefaz

Sobre ser lembrado como possível candidato nas próximas eleições, o secretário ressaltou que ainda não é o momento.

“Não dá para conjecturar sobre o futuro. Nesse momento não tenho decisão nenhuma tomada no sentido de participar de um pleito eleitoral. Pretendo continuar ajudando o governo. Se no futuro tiver algum projeto reservado, creio que isso deve ser tratado no momento certo. Não trabalho por objetivos pessoais”, pontuou.

 

 

Da Redação - Airton Marques

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