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“Para concretizar, há longo caminho a ser percorrido", diz Mendes

“Para concretizar, há longo caminho a ser percorrido", diz Mendes

08/05/2019

O governador Mauro Mendes (DEM) voltou a afirmar nesta terça-feira (7) que Mato Grosso corre contra o relógio para tentar aprovar em todas as instâncias, até o mês de setembro, o empréstimo de US$ 332 milhões junto ao Banco Mundial.

Em abril, a Assembleia Legislativa deu o aval para o Estado realizar a operação, que permitirá a quitação de um empréstimo feito ainda na gestão do ex-governador Silval Barbosa junto ao Bank Of America.

Segundo Mendes, no entanto, ainda "há um longo caminho" a ser percorrido antes de a operação ser oficializada.

“Há trâmites na Secretaria do Tesouro Nacional, no Banco Central, precisa também passar ainda pelo Senado”, enumerou Mendes.

“Hoje o secretário Rogério Gallo está em Brasília para cuidar dos detalhes dessa tramitação, de modo que, até o mês de setembro, tenhamos a operação liberada efetivamente”, acrescentou o governador.

A preocupação do Executivo em finalizar a operação até essa data ocorre porque em setembro vence uma nova parcela do empréstimo contraído junto ao Bank Of América.

Se avalizada a nova operação, não haverá a necessidade de o Governo desembolsar cerca de R$ 140 milhões relativos à parcela de setembro.

As declarações do governador foram dadas na manhã desta terça-feira (7), durante a entrega de sete novos ônibus intermunicipais, no Município de Santo Antônio de Leverger (35 km de Cuiabá).

Dos veículos entregues, cinco serão para atender Santo Antônio de Leverger e outros dois para Chapada dos Guimarães (a 65 km da Capital).

Empréstimo

Embora a mensagem esteja pedindo autorização de US$ 332 milhões, o Executivo diz que este é o teto da operação e que o valor emprestado deverá ficar entre US$ 250 milhões e US$ 280 milhões.

Com a operação, o Estado passa a ter uma nova dívida, só que com melhores condições de pagamento: prazo alongado de quatro para 20 anos e com juros anuais passando dos atuais 5% para 3,5%.

 

 

CAMILA RIBEIRO 
DA REDAÇÃO

 

Segundo o Paiaguás, com o empréstimo, o Estado deve economizar R$ 800 milhões até 2022.

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